sábado, 26 de janeiro de 2013

Os super estaduais estam de volta!

Eles começaram, estádios abarrotados com 3000 pagantes, gramados impecáveis para uma torção, uma pré-temporada de ouro para o futebol brasileiro.
Os estaduais sobrevivem por pura politicagem, porque eles precisam dos votos das federações, mas não compreendo ainda o papel da TV nisso precisam de muitos jogos para fechar a grade de programação, preferem Barueri X São Paulo, Flamengo X Madureira à São Paulo X Flamengo.
Logicamente o terceiro jogo citado é comercialmente mais viável não preciso explicar porque, se o futebol é citado por todos, dez entre dez cartolas como um negócio não entendo os estaduais para os grandes times.
Eu tenho a impressão, não a certeza, na verdade imagino a seguinte situação a CBF chega para a TV detentora do direitos e faz a reclamação do horário dos jogos e eles falam que não podem alterar, sendo assim, a cartolagem enfia goela abaixo os estaduais na emissora como uma chantagem para quem paga  a conta dos clubes não vale a pena.
É preciso que o Brasil cobre também da Conmenbol o calendário europeu, a Libertadores e a Sulamericana sejam jogados ao mesmo tempo, há ainda resistência por parte dos torcedores que os campeonatos comecem em agosto, dirigentes que aparecem na TV e falam que não temos nada a ver com a Eupora lá é verão isso é verdade o clima, a renda é tudo muito diferente.
O Campeonato Brasileiro poderia ser disputado de feverereiro à novembro, todos os finais de semana, claro, sem jogos em data FIFA, no meio de semana Copas Libertadores, Sulamericana e do Brasil, porém imaginem 2013 Copa das Confederações, 2014 Copa do Mundo, abertura da janela transferência em agosto quebram as competições em dois períodos distintos, e não esquecendo, o mais importante que todos os clubes grandes poderiam jogar na pré-temporada de julho na Europa com a viabilidade comercial para os times brasileiros lá fora. 
Ufa! Resumindo não precisamos aguentar de 3 meses a 4 meses de jogos inúteis para ver quem é o campeão do paulistinha, carioquinha, mineirinho, gauchinho, baian......     

sábado, 1 de dezembro de 2012

Seleção Barcelona

Assistir ao jogo do Barcelona é deslumbrante, o toque de bola, os passes precisos é um futebol de outra ordem, lógico que ter o melhor do mundo no time ajuda, e como ajuda, o repertório é grande, coesão, disciplina tática e equilíbrio. O Barcelona 2012 ganhou uma Copa do Rei, alguns irão dizer é pouco, infelizmente o parâmetro é sempre o título, os fins justificam os meios, tem que vencer sempre não importa como.  Escrevo sobre o Barcelona para criar uma analogia com outro espetáculo que o mundo assistiu em 82, Falcão, Sócrates, Zico & Cia. é uma outra história a seleção não perdeu, ela ganhou, continua ganhando adeptos pelo mundo afora era magia pura quem gosta e entende um pouco de futebol sabe que o futebol brasileiro resgatava sua essência 12 anos depois. A Espanha vencedora se moldou naquele time canarinho de técnica refinada,  de toque de bola e acima de tudo de talentos com um mestre no banco chamado Telê Santana que sempre buscou incessantemente o bom futebol.  Por tudo isso, prefiro perder como 82 à ganhar como 94.

Se Liga Brasil

Ontem sonhei que estava em julho de 2014, a Copa do Mundo acabara, o Brasil não era o campeão, a Espanha conquistava o bicampeonato, o mundo não acabou. Os clubes brasileiros estavam excursionando pela Europa, EUA, China e Japão. O Palmeiras iria jogar com a Inter no San Siro, o São Paulo Futebol Clube estava nos EUA excursionando e jogaria com o Manchester United. O Corinthians iria jogar no Itaquerão contra o Real Madrid, o Flamengo estava na China, o Fluminense idem, o Santos revivia  a final do mundial de 62 com o Benfica no estádio da Luz.
O Brasileirão de pontos corridos começaria em agosto, a Copa do Brasil em setembro iria até maio de 2015, os estaduais continuavam a ser disputados pelos pequenos times o ano inteiro, para os grandes era apenas saudosismo. A Libertadores e a Sulamericana disputadas simultaneamente a temporada inteira 2014/2015. Voltava a ser disputado o supercampeão do Brasil, com os campeões da Copa do Brasil e do Brasileirão. O Brasil não inventava a roda, apenas seguia o 'mundo dos negócios' como citavam os cartolas.
Hoje acordei, liguei a TV quem estava falando Marin, era apenas um sonho mesmo...